O essencial na vida é ser honesto com sua opção de vida

03/03/2017 15:37

Muitos cristãos católico Romano, dizem para mim: “sou católico e amo a Deus e sigo os seus mandamentos e não o que o padre diz.” Existe um problema muito grave nessa forma de pensar. Segundo a igreja romana quando você se submete a deus você é automaticamente obrigado a obedecer a igreja terrestre nesse caso deve obediência aos padres e bispos. Os documentos da igreja visa os deveres e direitos.

Desafio a qualquer cristão de Boa vontade colocar em prática seus direitos em prática. E não dou nem 6 meses para você está sendo advertido ou até mesmo afastado de suas funções. A maioria do clero Romano é autoritário e não tem conversa e os que abrem diálogo fazem por baixo dos panos.

Desafio a você cristão á abrir uma associação em nome da igreja e lucrar com ela? Para você não pode, mas para lucrar para os padres, kkkk. Não quero induzir ninguém ao erro, mas você observou que seus direitos são nada mais que deveres mascarados?

Leia e tire suas conclusões. Mas saiba que você não é considerado católico Romano, se não seguir as normas ditadas segundo eles pelo código canônico maior que é a bíblia. muitos Padres e bispos não gosta que sua autoridade seja colocada em cheque. Infelizmente são pouquíssimos que aceitam um debate franco e aberto. O que temer se eles se consideram inspirados por Deus

 

 

Seguem alguns dos deveres e direitos de todos os fiéis, extraídos do Caderno de Direito Canônico, escrito por D. Lelis Lara, C.SsR:

 

– O dever de guardar a comunhão eclesial (cân. 209, §1);

 

– O dever de cumprir os seus ofícios em relação à Igreja Universal e Particular (cân. 209, §2);

 

– O dever de se empenhar na própria santificação e na santificação da Igreja (vocação à santidade – cân. 210);

 

– O dever e o direito de evangelizar (cân. 211);

 

– O dever de obedecer aos pastores legítimos (cân. 212, §1). Os cristãos podem manifestar suas necessidades aos pastores (cân. 212, §2); podem e, às vezes, devem manifestar sua opinião em público, mesmo se diferente dos pastores, onde está em jogo o bem da Igreja (cân. 212, §3);

 

– O dever de contribuir para as despesas da Igreja (dízimo) (cân. 222, §2);

 

– O direito de receber os sacramentos e a Palavra de Deus (cân. 213);

 

– O direito ao próprio rito e de seguir a forma própria de vida espiritual (cân. 214);

 

– O direito de fundar associações para fins de caridade, piedade ou para favorecer a vocação cristã no mundo (cân. 215);

 

– O direito de promover a ação apostólica, segundo o seu estado e condições (cân. 216);

 

– O direito a educação cristã (cân. 217);

 

– A liberdade de pesquisa teológica, dentro do respeito ao Magistério da Igreja (cân. 218);

 

– A liberdade de escolha de estado de vida (cân. 219);

 

– O direito à boa fama e ao respeito pela própria intimidade (cân. 220);

 

– A possibilidade de reivindicar e defender judicialmente seus direitos no foro eclesiástico competente (cân. 221, §1);

 

– O direito de, se acusados, serem julgados de acordo com as prescrições do Direito (cân. 221, §2); #Bispo